
Campinas em choque! Uma tarde que era para ser de diversão para dois adolescentes terminou em sirenes e correria no asfalto.
Os jovens, de apenas 14 e 16 anos, curtiam a brisa a bordo de uma bicicleta elétrica quando o impensável aconteceu na movimentada Avenida Camucim.
Fontes da Polícia Militar, que atenderam a ocorrência, relataram à EPTV, afiliada da TV Globo, que os garotos cruzaram a rua, ignorando o sinal vermelho. A ousadia teve um preço alto.
Um carro que passava pela marginal não teve tempo de frear, resultando em um impacto devastador. Imaginem a cena: metal contra carne, o som do choque, o pavor nos olhos...
Um dos adolescentes, coitado, precisou ser socorrido pelo helicóptero Águia da Polícia Militar, sendo levado às pressas para o Hospital de Clínicas da Unicamp. Urgência máxima!
O outro, com suspeita de fratura, foi encaminhado para o Hospital PUC-Campinas. Que recuperação rápida para ambos!
A Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) precisou interditar a via para o resgate e a perícia. O trânsito, claro, virou um caos.
Afinal, quem nunca se irritou com um sinal fechado e um engarrafamento quilométrico? Mas, nesse caso, a espera era o menor dos problemas.
A pergunta que não quer calar: quem estava errado nessa história? A pressa dos adolescentes? A falta de atenção do motorista? Uma fatalidade?
E bicicletas elétricas na calçada, podem ou não podem? Está liberado ou é infração?
O debate está aberto e, enquanto isso, a gente torce pela plena recuperação dos jovens.

A imprudência no trânsito ceifando sonhos, interrompendo futuros. Um clichê trágico que se repete.
Será que a fiscalização é suficiente? Ou a conscientização é a chave para evitar novas tragédias?
Uma coisa é certa: a vida é um presente precioso, e um segundo de desatenção pode ter consequências irreversíveis.
Que esse acidente sirva de alerta para todos nós, motoristas e pedestres, ciclistas e motociclistas.
Em tempos de "piloto automático" e celulares onipresentes, vale a pena reforçar: olhos na rua, mente no presente!
Campinas, terra da tecnologia e da inovação, não merece ser manchete por tragédias evitáveis.
Mais amor e menos buzina, mais respeito e menos pressa. Utopia? Talvez. Mas custa sonhar com um trânsito mais humano?
Enquanto as investigações seguem, a cidade se une em oração pelos dois adolescentes. Que eles voltem logo para casa, para suas famílias, para a vida.
E que a Avenida Camucim volte a ser sinônimo de alegria, e não de dor.
Porque, no fim das contas, a vida é uma só. E a gente precisa cuidar dela.
Fica o nosso apelo: mais prudência, menos imprudência. Pense nisso.
Ir para à Página Inicial.