
Bomba em Minas Gerais! O escândalo do Banco Master acaba de ganhar um personagem digno de filme noir: um tal de "Sicário".
E não é apelido à toa! A investigação o descreve sem rodeios: um matador de aluguel. Mas o plot twist é que, após a prisão, o dito Sicário tentou tirar a própria vida.
A Polícia Federal, claro, já abriu inquérito para apurar essa tentativa que tem tudo para abalar as estruturas da Operação Compliance Zero.
Luiz Phillipi Mourão, de 43 anos, o Sicário, virou o epicentro de uma confusão de informações que deixou todo mundo de cabelo em pé. Era vivo ou morto?
Na quarta-feira (4), a PF cravou: médicos do Hospital João XXIII diagnosticaram morte cerebral. Poucos minutos depois, a Secretaria de Saúde de Minas Gerais jogou tudo para o alto, garantindo que ele seguia internado em estado grave no CTI.
Afinal, quem estava falando a verdade?
Segundo a PF, Luiz Phillipi Mourão era o "chefão" operacional do grupo criminoso. E o apelido, "Sicário", não era mera formalidade: era assim que os comparsas o chamavam, sem cerimônia.
O advogado da família, Robson Lucas, entrou em cena para dar um novo capítulo à novela. Segundo ele, Mourão está vivo, sim, e internado no CTI do Hospital João XXIII.
O diretor do hospital confirmou à defesa que o quadro é gravíssimo, mas estável, sem indicação de abertura de protocolo para investigar morte encefálica – pelo menos por enquanto.
"Conversei com o diretor do hospital, e ele esclareceu que não houve evolução no quadro do Luiz Phillipi, nem para pior, nem para melhor", explicou Robson Lucas.
Mourão foi socorrido às pressas na Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte, onde estava preso. A tentativa de suicídio aconteceu dentro da cela, enquanto ele aguardava a audiência de custódia.

Por volta das 15h30, o Sicário usou a própria camisa de mangas longas para se enforcar nas grades. Os agentes só perceberam o que aconteceu dez minutos depois, acionando o grupo de intervenção da PF e o SAMU.
Richard Murad Macedo, superintendente da Polícia Federal em Minas, garantiu que a cela é monitorada por câmeras e não tem pontos cegos.
"Ele não é monitorado de forma constante, mas os plantonistas têm acesso para constatar qualquer incidente. Em menos de 15 minutos, tudo foi resolvido pela equipe", detalhou Macedo.
E mais: nenhum outro objeto foi usado na tentativa de autoextermínio, segundo as imagens.
A PF confirmou que a gravação foi enviada ao STF e que o caso está sendo investigado a fundo. Querem transparência total!
"Instauramos um procedimento interno para apurar toda a dinâmica do fato. As imagens são categóricas, mas, por transparência, serão realizadas perícias", garantiu Richard Murad Macedo.
Durante a operação que prendeu o Sicário, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu um carrão dele na BR-381, no sul de Minas. Um casal dirigia o veículo blindado, avaliado em mais de R$ 700 mil. O STF ordenou a prisão dos dois.
De acordo com a Polícia Federal, Luiz Phillipi Mourão tinha um perfil violento e coordenava um dos núcleos da organização criminosa. A missão? Ameaçar e constranger os desafetos de Daniel Vorcaro.
As investigações apontam que ele recebia nada menos que R$ 1 milhão por mês para "serviços ilícitos".
Para completar o currículo, o Tribunal de Justiça de Minas confirmou que Mourão já era réu por participação em outra organização criminosa, crimes contra a economia popular e lavagem de dinheiro. O histórico dele é extenso!
A Secretaria de Justiça e Segurança Pública do estado informou que o Sicário chegou a passar cinco dias preso em 2020. Será que a ficha dele ainda vai render novos capítulos?
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