
Alerta vermelho em Brodowski, interior de São Paulo! A novela envolvendo o Banco Master e os investimentos da previdência municipal acaba de ganhar um novo e explosivo capítulo.
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi instaurada para investigar a aplicação de nada menos que R$ 15 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município (Sisprev) no famigerado Banco Master.
E as primeiras descobertas da CPI já causaram um verdadeiro terremoto nos bastidores da política local.
Documentos enviados pelo Sisprev apresentariam "distorções", levantando sérias dúvidas sobre a lisura do processo de investimento.
A CPI, sedenta por respostas, intimou o Sisprev a esclarecer, em 48 horas, detalhes cruciais sobre a empresa de assessoria de investimentos que orientou a polêmica aplicação.
Quem são esses gurus financeiros que aconselharam o Sisprev a colocar uma fortuna no Banco Master, que, para piorar a situação, foi liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em novembro do ano passado?
A desconfiança paira no ar: será que a empresa contratada para assessorar o Sisprev foi realmente a mesma que indicou o Banco Master como destino dos R$ 15 milhões?
"Surgiu essa dúvida", confirmou Renan Valente (Podemos), o presidente da CPI, com um tom que mistura preocupação e sede de justiça.
A Polícia Federal também está de olho no caso, apurando a emissão de títulos falsos, manipulação contábil e outros crimes financeiros que teriam levado o Banco Master ao colapso.
O Sisprev, pressionado, se defende afirmando que todas as decisões de investimento foram baseadas em pareceres técnicos e dentro da lei. Será mesmo?
A CPI quer saber se parte dos R$ 15 milhões ainda está "ativa". Ou seja, será que a prefeitura ainda tem alguma chance de recuperar a grana investida no Banco Master?

Afinal, como bem lembrou Renan Valente, parte do investimento foi feito em fundos "administrados" pelo Banco Master. E agora, como fica?
Os vereadores de Brodowski estão com a faca e o queijo na mão. Eles têm 90 dias (prorrogáveis por mais 90) para apresentar um relatório final com as conclusões da investigação.
E o que acontecerá se for comprovado que houve irregularidades na aplicação dos recursos do Sisprev?
Preparem a pipoca, porque essa história promete render muitos capítulos.
Enquanto isso, os servidores públicos de Brodowski, que dependem da previdência municipal, acompanham o desenrolar do caso com o coração na mão.
Afinal, o futuro deles está em jogo.
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Aguardemos os próximos capítulos desta trama que envolve dinheiro público, investimentos arriscados e um banco que virou pó.
Será que a verdade virá à tona? Só o tempo (e a CPI) dirão.
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