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Filha de chefe de facção criminosa grávida tem prisão convertida em domicílio em MT

Filha de chefe de facção criminosa grávida tem prisão convertida em domicílio em MT

O conto de uma criminosa grávida: filha de chefe do Comando Vermelho trocou a cela pelo berço!

Kauany Beatriz de Sá Silva, herdeira da temida "Angeliquinha", Angélica Saraiva de Sá, respirou aliviada. A Justiça de Mato Grosso deu a ela um "vale-prisão" direto para o aconchego do lar.

A jovem, enrascada em um turbilhão de acusações que incluem tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e a promoção de jogos de azar, estava encarcerada preventivamente.

Mas, a reviravolta digna de novela mexicana aconteceu: a gravidez e a responsabilidade por um filho menor de 12 anos pesaram na decisão judicial.

Agora, Kauany trocou as grades pela tornozeleira eletrônica e terá que seguir uma série de regras impostas pela Justiça.

Entre as exigências, comparecer a todos os atos do processo, manter endereço e telefone sempre atualizados e, o mais doloroso para uma "influencer", a suspensão do passaporte.

O juiz Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara Criminal de Sinop, foi o responsável pela canetada que libertou a jovem.

Mas nem tudo são flores para a família Sá Silva. Paulo Felizardo de Sá, avô de Kauany, e Guilherme Laureth, o genro, continuam vendo o sol nascer quadrado.

As custódias preventivas de ambos foram mantidas, mostrando que a Justiça, às vezes, tarda, mas não falha.

A matriarca, Angélica Saraiva de Sá, a "Angeliquinha", segue foragida desde agosto de 2025. Uma verdadeira "Barbie Bandida" que escapou do sistema!

Filha de chefe de facção criminosa grávida tem prisão convertida em domicílio em MT

Condenada a quase 100 anos de prisão pelas mortes brutais de quatro trabalhadores em Nova Monte Verde, a 920 km de Cuiabá, em 2022, ela personifica o mal em forma de "girl boss".

As vítimas, Jefferson Vale Paulino, Alan Rodrigues Pereira, João Vitor da Silva e Caio Paulo da Silva, tiveram um destino cruel nas mãos da facção liderada por Angélica.

O Conselho de Sentença não teve piedade ao reconhecer o crime torpe, o meio cruel e a impossibilidade de defesa das vítimas.

Enquanto isso, nas redes sociais, Kauany ostentava uma vida de luxo, como legítima "digital influencer", dona de loja de roupas e estúdio de sobrancelhas, além de promover jogos de azar online.

O marido, Guilherme, não ficava atrás, desfilando viagens e bens de alto valor ao lado da família, tudo devidamente registrado em fotos que exalavam riqueza.

A investigação policial, no entanto, revelou que os negócios eram apenas fachadas para lavar o dinheiro sujo do crime.

A pergunta que não quer calar: será que Kauany irá trilhar um novo caminho, longe das sombras da família, ou o crime corre em suas veias como um DNA implacável?

Só o tempo dirá se o "berço" será capaz de transformar a "criminosa" em uma mãe exemplar. A novela está apenas começando...

E, claro, o g1 segue na cola dessa história, buscando a versão da defesa de Kauany. Afinal, em terra de criminosos, quem tem a melhor assessoria leva a melhor!

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