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Justiça mantém prisão de ex-jogador do Santos e Corinthians condenado por fraudes em apostas

Justiça mantém prisão de ex-jogador do Santos e Corinthians condenado por fraudes em apostas

Escândalo no mundo do futebol! Reginaldo Rivelino Jandoso, mais conhecido como Piá, ex-ídolo da Ponte Preta e com passagens marcantes por Santos e Corinthians, está novamente atrás das grades. Aos 52 anos, o ex-jogador viu a Justiça manter sua prisão em audiência de custódia nesta terça-feira (3).

A prisão mais recente ocorreu em Sumaré (SP), após uma tentativa de fuga da Polícia Militar. Para piorar a situação, Piá tinha um mandado de prisão em aberto por fraudes em apostas esportivas. Alguém aí surpreso?

Este último episódio marca a quinta vez que Piá é preso desde 2014. E o currículo criminal do ex-atleta é extenso, com acusações que vão desde furtos a caixas eletrônicos até crimes mais graves.

Na audiência de custódia, realizada por videoconferência, o juiz confirmou a legalidade da prisão, que se baseia em um mandado expedido pela 3ª Vara Criminal de Limeira. Pelo menos, o exame de corpo de delito não apontou sinais de agressão policial, o que já é um alívio.

A Justiça determinou que Piá receba sua medicação contínua, já que ele é portador de diabetes tipo 1. Saúde em primeiro lugar, mesmo na cadeia.

Mas, afinal, qual é o histórico de encrencas de Piá? Preparem-se, porque a lista é longa:

Julho de 1999: O primeiro contato com a polícia foi sinistro. Piá foi acusado de ser coautor do assassinato de um mecânico em Limeira. A acusação era de que ele teria ordenado que um primo atirasse na vítima com uma arma que estava em seu carro. Apesar disso, foi absolvido no julgamento. Ufa!

23 de janeiro de 2014: Primeira prisão. Piá foi pego em Campinas (SP) com equipamentos para furtar caixas eletrônicos, incluindo "pescadores", chaves de fenda e até "chupa-cabras". Para completar, estava acompanhado da esposa, que tentou assumir a culpa para livrá-lo. Que drama!

Após 21 dias no CDP de Hortolândia, Piá conseguiu um habeas corpus e passou a responder em liberdade provisória. Mas já tinha passagens por porte de drogas, porte de arma e falta de pagamento de pensão. A ficha não era nada limpa.

Justiça mantém prisão de ex-jogador do Santos e Corinthians condenado por fraudes em apostas

25 de abril de 2015: A liberdade durou pouco. Piá foi preso em flagrante em Americana (SP) por instalar dispositivos para "pescar" envelopes em um caixa eletrônico. Desta vez, a polícia agiu após uma denúncia anônima. A vizinhança não perdoa!

14 de agosto de 2015: Prisão em Bauru (SP). O alarme de um banco disparou, e a polícia flagrou Piá e um comparsa tentando "pescar" envelopes. Apreenderam ferramentas, a peça do crime e quase R$ 10 mil em cheques. De volta para a cadeia!

23 de maio de 2020: Quarta prisão, agora em Cordeirópolis (SP). Piá estava sendo monitorado por câmeras e foi preso em flagrante com um comparsa ao sair de um banco. No carro, mais equipamentos para "pescar" envelopes, dinheiro e um cheque de R$ 8,3 mil. A investigação apontou que Piá fazia parte de uma quadrilha especializada em furtos a bancos.

2 de março de 2026: A mais recente prisão, em Sumaré. Já contamos a história no início, mas vale relembrar: fuga da polícia, quebra de cancela e um mandado de prisão por fraude em apostas.

A defesa de Piá alega que o mandado se refere a um caso de 2018, no qual ele foi condenado a 2 anos, 8 meses e 20 dias em regime fechado por tentar subornar um goleiro em um jogo da quarta divisão paulista. Tentou comprar o jogo, gente?

Piá teria oferecido entre R$ 3 mil e R$ 7 mil para que o goleiro do Independente de Limeira facilitasse a vida do Comercial. O jogo terminou 0 a 0, mas a tentativa de manipulação rendeu a condenação.

A defesa alega que, desde o início da ação penal, Piá não cometeu novos crimes, está integrado à sociedade, trabalha com jovens atletas e crianças carentes, é pai e tem problemas de saúde que exigem tratamento constante. Será que a Justiça vai se sensibilizar?

No fim de 2023, Piá virou empresário de jogadores. Em 2024, deu entrevista falando sobre glórias, fama, noitadas, prisões e R$ 10 milhões perdidos. Queria recomeçar a vida após cumprir penas e se dizia arrependido de não ter sido um jogador "profissional". A vida prega peças, não é mesmo?

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