
Alerta vermelho em Beirute! Israel acaba de desencadear uma nova onda de ataques aéreos sobre o Líbano, visando diretamente o grupo Hezbollah.
Sirenes soaram na capital libanesa quando o governo israelense emitiu um aviso urgente, instando os moradores a evacuarem áreas próximas de redutos do Hezbollah.
Até o momento, a retaliação israelense já resultou em um número alarmante de vítimas: 52 mortos em Beirute.
E não para por aí: entre os falecidos está um figurão de outro grupo terrorista, a Jihad Islâmica, elevando ainda mais a tensão.
O Oriente Médio ferve! O Hezbollah, no domingo (1º), ousou lançar mísseis e drones contra Israel, que respondeu com fúria, desatando ataques aéreos em larga escala.
Testemunhas relatam que prédios foram reduzidos a escombros ao sul de Beirute, e explosões ensurdecedoras sacudiram Baabda, nas imediações da capital.
Pânico total! Em Sidon, no sul do Líbano, estradas congestionadas refletem o êxodo em massa de famílias desesperadas para escapar do fogo cruzado.
Ferial Sawan, moradora dos subúrbios do sul, descreve o terror de ser acordada por três explosões avassaladoras, forçando seus filhos a abandonar o desjejum do Ramadã e fugir para salvar suas vidas.
O Exército israelense ostenta ter neutralizado um figurão do Hezbollah e diz ter destruído centros de comando e até uma instituição financeira ligada ao grupo.
O Hezbollah, para quem não sabe, recebe uma grana preta e armas da Guarda Revolucionária do Irã e é considerado organização terrorista por peso-pesados como União Europeia, Reino Unido e Estados Unidos.

A última vez que Israel e Hezbollah se engalfinharam em uma guerra declarada foi em 2006, resultando em mais de mil mortos no Líbano.
Desde outubro de 2023, quando o conflito entre Israel e o Hamas em Gaza explodiu, o Hezbollah tem disparado foguetes contra Israel. Um cessar-fogo, um ano depois, acalmou um pouco as coisas, mas as acusações de violações do acordo não cessaram.
O Líbano, com seus 5,5 milhões de habitantes, enfrenta uma das maiores crises econômicas da história. A diáspora libanesa é maior do que a população que permanece no país!
Numa reviravolta inédita, o governo libanês proibiu as atividades militares do Hezbollah e exigiu que o grupo entregue suas armas. Pedido negado!
Um porta-voz israelense, ao ser questionado sobre uma possível invasão terrestre, deixou claro que "todas as opções estão sobre a mesa".
A crise já está causando ondas no mundo todo. A Itália revelou ter recebido apelos urgentes de países do Golfo por apoio logístico e suprimentos, com destaque para sistemas de mísseis para defesa antiaérea.
Especialistas temem que o conflito se agrave ainda mais, com consequências imprevisíveis para toda a região.
Oremos pela paz (e por um milagre) no Oriente Médio.
Fiquem ligados para mais atualizações sobre essa história tensa. O mundo está de olho!
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