
O Oriente Médio pegou fogo (de novo!). E dessa vez, a explosão não é só figurativa.
Fontes em Tel Aviv confirmam: Ali Larijani, o chefão da segurança do Irã, virou história. Numa "blitz" que, segundo boatos, teve a assinatura de Israel.
Larijani? Aquele cara que sussurravam ser o homem mais poderoso do Irã? Exatamente. Aquele que, nos bastidores, puxava as cordinhas com mais força que marionetista em festival de Veneza.
Se os boatos forem confirmados (e as fontes parecem bem seguras de si), o golpe é daqueles que ecoam por Teerã como trovão em noite de verão.
Estamos falando, meus caros, de um buraco gigante na espinha dorsal da segurança iraniana. Um rombo que, dependendo de como for preenchido, pode mudar o jogo.
Israel Katz, o Ministro da Defesa israelense, já soltou algumas farpas venenosas sobre o "legado" de Larijani. Tipo, "menos um problema para a paz mundial". Alguém discorda?
Mas, alto lá! Antes de abrirmos o champanhe, vamos lembrar que o Irã não é exatamente conhecido por aceitar desaforos calado.
Aliás, essa "blitz" israelense surge num momento pra lá de delicado. As tensões já estavam no talo, com acusações de lado a lado e o fantasma de um conflito pairando sobre a região.
E agora? Será que essa "eliminação" de Larijani vai acalmar os ânimos ou jogar gasolina na fogueira?
Os analistas de plantão já estão se degladiando. Uns apostam em retaliação imediata, com mísseis voando para todo lado. Outros, numa resposta mais "calculada", mirando em alvos estratégicos.
E tem aqueles que, com um toque de (talvez ingênua) esperança, vislumbram uma chance de "recalibrar" as negociações e buscar uma solução diplomática. Sonhar não custa, né?
Mas, convenhamos, a diplomacia nunca foi o forte dessa turma. A não ser que entendamos "diplomacia" como "jogo de poder com ameaças veladas".
O fato é que a morte de Larijani não é só uma notícia de rodapé. É um terremoto com potencial para gerar tsunamis políticos e militares.
E, para quem acompanha essa novela do Oriente Médio de camarote, resta apenas torcer para que o roteiro não termine em tragédia.
Porque, no fim das contas, quem paga o pato (como sempre) é a população civil.
E, cá entre nós, já vimos essa história se repetir tantas vezes que já dá para escrever um livro. Um livro triste, diga-se de passagem.
Então, preparem a pipoca e fiquem ligados. Os próximos capítulos dessa trama prometem ser explosivos. Literalmente.
Será que estamos à beira de uma guerra aberta? Ou ainda há tempo para acender uma luz no fim do túnel?
Só o tempo (e as próximas manchetes) dirão. Mas, uma coisa é certa: o mundo está de olho. E respirando fundo.
Porque, quando o Oriente Médio espirra, o planeta inteiro pega um resfriado. E desses que demoram a curar.
Ir para à Página Inicial.