
O mundo em alerta máximo! A escalada de tensões no Oriente Médio não é só manchete de jornal, meus caros, mas um problemão que pode pesar (e muito!) no bolso de cada um de nós.
Com o espaço aéreo da região virando um verdadeiro campo minado após os recentes confrontos envolvendo Irã, Israel e os Estados Unidos, governos do mundo todo estão correndo contra o tempo para repatriar seus cidadãos.
Imagine a cena: aeroportos fechados, voos cancelados e milhares de pessoas ilhadas em um cenário de guerra. Um filme de terror, não é mesmo? Pois essa é a realidade de muitos estrangeiros neste exato momento.
E as autoridades? Bom, elas estão quebrando a cabeça para encontrar rotas alternativas e garantir a segurança de seus compatriotas.
A Austrália, por exemplo, está em negociação com companhias aéreas para dar um jeito nos seus 115 mil "aussies" retidos na região. A ministra das Relações Exteriores, Penny Wong, confessou que a situação é delicada, mas que a prioridade é esperar a poeira baixar para retomar os voos comerciais.
Já a Áustria agiu rápido e conseguiu resgatar 117 cidadãos "vulneráveis" (idosos, crianças, etc.) dos Emirados Árabes e de Israel, usando países vizinhos como rota de fuga.
A Bélgica não pensou duas vezes: mandou aeronaves militares para o front! Missão: resgatar seus civis em apuros.
Enquanto isso, búlgaros ilhados em Omã e nos Emirados Árabes Unidos já estão contando as horas para embarcar nos voos de evacuação que partem amanhã.
A França, com seus 400 mil cidadãos espalhados pela região, está montando uma verdadeira operação de guerra com voos de repatriação e equipes consulares nas fronteiras de Israel com Egito e Jordânia.
A Alemanha, sempre eficiente, vai fretar dois voos da Lufthansa para resgatar os mais vulneráveis, partindo de Riad e Mascate.
E a Grécia? O primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis garantiu que o país tem um plano A, B e C para trazer de volta os milhares de gregos retidos no Oriente Médio.

A Hungria também está na correria, com voos de repatriação programados para Amã e Sharm el-Sheikh, com capacidade para 90 passageiros por aeronave.
A Itália já respirou aliviada com a chegada de um voo fretado com 127 italianos vindos de Omã. Mas a saga não foi barata: cada passageiro desembolsou cerca de 1.500 euros pela "mordomia".
Nas Filipinas, o presidente Ferdinand Marcos Jr. apelou aos seus compatriotas para buscarem refúgio e prometeu voos de repatriação assim que as condições permitirem. Afinal, são mais de 2,4 milhões de filipinos vivendo e trabalhando no Oriente Médio!
A Romênia já resgatou mais de 300 cidadãos que escaparam de Israel por terra e agora se encontram no Cairo. Mas a fila é grande: mais de 3 mil romenos pediram socorro!
A Sérvia também celebrou a chegada de um voo da Air Serbia com 67 passageiros evacuados de Israel.
Já a Eslovênia organizou um comboio de ônibus escoltados pela polícia para levar seus cidadãos de Dubai até o aeroporto de Mascate, em Omã. Puro luxo!
A Espanha também não está de braços cruzados: mais de 175 espanhóis já estão a salvo em Abu Dhabi e novos voos estão a caminho.
Os Emirados Árabes Unidos, que não são bobos nem nada, anunciaram "voos especiais" para desafogar seus aeroportos e mandar os turistas para casa.
E o Reino Unido? Voos fretados pelo governo britânico estão decolando de Omã com prioridade para os mais necessitados. Estima-se que 130 mil britânicos estejam na região.
Holanda e Suíça, por outro lado, preferiram a cautela e informaram que não têm planos de repatriação no momento. Vai entender...
Já os Estados Unidos, sempre pragmáticos, recomendaram que seus cidadãos "evacuem" o Oriente Médio por conta própria, usando voos comerciais. E que se registrem no programa de monitoramento consular, só por garantia.
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