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A exoneração da subsecretária de Educação do RJ ocorre após o filho entrar na mira do MP por contratos da pasta

Escândalo na Educação do Rio! A subsecretária Joilza Rangel Abreu foi defenestrada do cargo em meio a um turbilhão de investigações.

O motivo? Aparentemente, o filhote, Guilherme Rangel Abreu, estaria metendo a mão grande nos contratos da Secretaria Estadual de Educação.

Fontes internas sussurram que, mesmo sem cargo oficial, o rapaz era a "eminência parda" por trás de várias contratações.

E o Ministério Público, sempre atento, já está de olho nessa história cabeluda.

A bomba explodiu quando o "RJ2" da TV Globo revelou como a Secretaria de Educação anda distribuindo a verba de forma, digamos, "criativa".

O esquema? Descentralização do orçamento para obras milionárias nas escolas. Parece nobre, certo?

Só que, segundo as denúncias, o sistema é uma bagunça, com pouca fiscalização e indícios fortíssimos de superfaturamento. Alguém aí gritou "pizza"?

A coisa engrossou tanto que a secretária de Educação, Roberta Barreto, jogou a toalha na semana passada. Outros figurões do segundo escalão também pularam fora do barco.

E, como cereja do bolo, a exoneração de Joilza Rangel Abreu coincide com a exposição das atividades do filho, Guilherme, também conhecido como "Bocão".

Segundo as fontes, "Bocão" agia nos bastidores da Secretaria, dando pitacos e influenciando nas contratações simplificadas, aquelas "adesões a atas de registro de preços".

Uma dessas contratações, a compra de livros paradidáticos por R$ 618 milhões, chegou a ser investigada pelo MP. Um absurdo!

O MP arquivou a investigação, mas fez uma "recomendaçãozinha" para evitar futuras falcatruas. Adivinha quem assinou o contrato investigado? Joilza Rangel Abreu, claro!

Mas a trama fica ainda mais interessante. A cereja do bolo? Um plano para acumular um patrimônio de R$ 20 milhões em apenas dois anos!

Investigadores encontraram um plano mirabolante elaborado por uma consultoria financeira para Guilherme.

A meta? Um patrimônio líquido de R$ 20 milhões em dois anos. Um pouco ambicioso, não?

Até janeiro do ano passado, Guilherme era um simples assessor parlamentar, ganhando míseros R$ 9 mil por mês.

Ele também é dono de quatro empresas. Pasmem: apenas uma delas declarou faturamento em 2024, e o valor é de R$ 14 mil.

A Bezerra Consulting, a consultoria por trás do plano, descreve Guilherme como um "conector estratégico" capaz de viabilizar grandes negócios.

O plano, segundo a consultoria, era apenas um rascunho preliminar. Mas o deputado Flávio Serafini, do PSOL, não engoliu essa história e encaminhou o documento ao MP.

E para completar, a Bezerra Consulting tem ligações com empresas contratadas pela Secretaria de Educação. Que coincidência!

Guilherme Rangel Abreu, por sua vez, alega que o planejamento financeiro era apenas um esboço ilustrativo e que os valores não representam seu patrimônio real.

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