
Polêmica no reino de Oz! A eterna Dorothy, sinônimo de Judy Garland, poderia ter sido... Shirley Temple? Lorna Luft, filha da lendária Judy, botou mais lenha na fogueira de Hollywood.
Segundo Lorna, o papel da garota do Kansas com sapatos de rubi "sempre foi para minha mãe". Imagina só, Shirley Temple cantando "Over the Rainbow"?
A bomba foi jogada durante uma entrevista, reacendendo uma rivalidade antiga e, aparentemente, nunca esquecida.

Mas por que a Fox, estúdio que produziu "O Mágico de Oz", sequer considerou outra atriz?
Shirley Temple, na época, era a rainha mirim de Hollywood. Seus cachinhos dourados e talento para a dança faziam dela uma aposta segura para o sucesso de bilheteria.
No entanto, a voz... ah, a voz! Eis o problema que barrou a pequena Shirley.

Um executivo da 20th Century Fox, após a audição de Temple, teria soltado a frase que ecoa até hoje: "Ela não consegue cantar esse filme!"
E com razão. As canções de "O Mágico de Oz" exigiam um alcance vocal e uma expressividade que só Judy Garland possuía.
Judy, com sua voz potente e interpretação carregada de emoção, transformou Dorothy em um ícone.

Será que Shirley Temple, apesar do seu carisma, conseguiria entregar a mesma magia?
A resposta, para muitos, é um sonoro "não". A conexão de Judy com a personagem era visceral, quase predestinada.
E Lorna Luft, defendendo o legado da mãe, apenas reforça o que muitos já sentiam: Dorothy era de Judy, e ponto final!
Afinal, imaginem só o escândalo se a interpretação de "Over the Rainbow" não tivesse tocado nossos corações da forma que tocou.

A escolha de Judy Garland foi, sem dúvida, um dos maiores acertos de casting da história do cinema.
E, sejamos sinceros, quem mais conseguiria combinar inocência, coragem e uma voz de anjo em uma única personagem?
Shirley Temple, com certeza, brilhou em muitos outros papéis. Mas Dorothy... Dorothy era de Judy.

A disputa, no final das contas, serve como um lembrete do quão complexo e competitivo era o mundo do show business naquela época.
E, claro, como o legado de Judy Garland continua vivo e sendo defendido por seus entes queridos.
Afinal, a história de Hollywood é feita de intrigas, rivalidades e, acima de tudo, muito talento.

E, nessa história, Judy Garland e "O Mágico de Oz" ocupam um lugar de honra, inabalável pelo tempo.
Então, da próxima vez que você assistir ao filme, lembre-se: Dorothy era para ser de Judy, e assim foi escrito nas estrelas (e nos contratos!).
E que viva a magia do cinema, as polêmicas de Hollywood e, claro, a eterna Judy Garland!
Ir para à Página Inicial.