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De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás

De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás

De professora a magnata dos chapéus: uma história de sucesso "made in" Goiás!

Merope Papadellis, acreditem ou não, começou sua jornada bem longe das passarelas e do brilho dos holofotes.

Antes de reinar no mundo da moda country, ela era professora em Goiânia, buscando uma graninha extra.

A solução? Vender roupas no interior de Goiás. Tipo "sacoleira" de luxo, sabe?

Imaginem a cena: Merope dirigindo pelas estradas, o carro abarrotado de roupas garimpadas nos centros comerciais da região.

E o destino final? As clientes ávidas por novidades, sedentas por um look que fizesse sucesso nas festas de peão.

De repente, o clique! Merope percebeu que a demanda era gigante e que o negócio tinha um potencial absurdo.

A primeira grande tacada? Uma ajudinha divina (ou quase) de Andressa Suita, esposa do astro sertanejo Gusttavo Lima.

Andressa usou uma peça de Merope, postou nas redes sociais, e... BUM! O caos!

Mais de mil mensagens invadiram o celular da professora-empreendedora em poucas horas.

Desesperada, Merope teve que agir rápido. Ou afogava no mar de pedidos, ou surfava na onda do sucesso.

A solução? Um site "nasceu" da noite para o dia. Literalmente. "Ou fazia aquilo, ou perdia dinheiro", relembra.

Foi aí que Merope sacou: empreender exigia decisões rápidas, jogo de cintura e coragem para arriscar.

Mas a grande virada ainda estava por vir… e envolvia um chapéu rosa!

Em 2018, durante um show, um chapéu rosa chamou sua atenção. Ela pediu emprestado, fotografou e postou nas redes.

O resultado? Uma avalanche de pedidos. Um acessório inusitado se transformava em uma mina de ouro.

De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás

A pandemia e a volta dos shows turbinaram ainda mais a procura, mas também acirraram a concorrência.

E para não virar mais uma no meio da multidão, Merope teve uma ideia genial: customizar os chapéus.

Pedrarias, brilhos, detalhes exclusivos… tudo para dar um toque único aos seus produtos.

O processo foi árduo. Foram cerca de 50 chapéus descartados e R$ 8 mil em investimentos até chegar ao produto perfeito.

Mas Merope não se abalou: "Não chamo de prejuízo. Foi investimento para entender o meu produto".

E a estratégia deu certo! A produção saltou de 10 para 300 chapéus por mês.

Hoje, a empresa fatura cerca de R$ 100 mil por mês, com vendas para o Brasil, Europa e Estados Unidos.

Os preços? De R$ 100 a R$ 2 mil, dependendo do modelo e da customização.

E o segredo do sucesso? Visibilidade entre os artistas do universo sertanejo.

Paula Fernandes, Mayara e Maraisa, Claudia Leitte, Simone Mendes, Wesley Safadão, Hugo & Guilherme… a lista de clientes VIPs é extensa.

Merope sabe que o "hype" é fundamental. "A gente precisa aproveitar o momento da novela, das cantoras, do que está na moda no mundo inteiro."

E para completar, ela faz questão de manter um atendimento personalizado, falando diretamente com as clientes.

Afinal, a confiança e a experiência são tão importantes quanto o volume de vendas.

De um simples acessório, Merope criou um negócio conectado com as tendências, o comportamento e o consumo.

Uma verdadeira história de sucesso que prova: com criatividade, ousadia e um toque de brilho, é possível transformar um chapéu em um império!

Ficou curioso? Anote aí os contatos da Merope Papadellis Showroom: Site, Instagram e Facebook.

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