
A tensão ferve no Oriente Médio! A guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irã acaba de completar uma semana, e o clima é de tudo ou nada.
Israel intensificou seus ataques, mirando na Guarda Revolucionária Iraniana e no Hezbollah no Líbano. O céu de Teerã virou palco de explosões constantes, dia e noite.
E Donald Trump, sempre ele, jogou mais lenha na fogueira. Para o ex-presidente americano, a única saída para essa crise é a rendição total do Irã.
Em meio ao caos, o governo israelense divulgou um vídeo impressionante. A animação mostra um bunker secreto em Teerã, um complexo gigante que servia de esconderijo para a alta cúpula iraniana, incluindo o falecido aiatolá Ali Khamenei.
Segundo Israel, o bunker possuía vários andares subterrâneos e diversos pontos de entrada e saída espalhados pela capital. Um verdadeiro labirinto de poder!
Enquanto isso, em Teerã, o povo se reúne para as orações de sexta-feira, carregando cartazes de Khamenei. Luto e mobilização se misturam no ar.
A ONU pede uma investigação urgente sobre o ataque a uma escola de meninas na cidade de Minab, que resultou na morte de mais de 160 crianças. A tragédia levanta suspeitas e questionamentos sobre a autoria do bombardeio.
E a resposta iraniana? Continua implacável. Drones teriam atacado o porta-aviões americano Abraham Lincoln no Golfo de Omã, alegação negada pelo Pentágono.
No Líbano, os subúrbios ao sul de Beirute foram abalados por explosões. Israel ordenou a evacuação da região, considerada um reduto do Hezbollah.

A agência da ONU para refugiados estima que quase 100 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas no Líbano. Um drama humano em meio à destruição.
A guerra se alastra, e surgem acusações de envolvimento de outras potências. O "Washington Post" noticiou que a Rússia estaria fornecendo informações de inteligência ao Irã.
Os ataques iranianos atingiram países vizinhos, como Kuwait, Arábia Saudita e Iraque. O conflito se espalha como um incêndio incontrolável.
O preço do petróleo disparou, atingindo a maior cotação desde 2023. O barril do tipo Brent ultrapassou os US$ 90, e a previsão é de que pode chegar a US$ 150, derrubando a economia mundial.
Em meio ao caos, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, chegou a mencionar a possibilidade de diálogo com os Estados Unidos. Mas Trump, sempre ele, descartou qualquer acordo que não seja a rendição total do Irã.
"O que importa é que trate bem os Estados Unidos, Israel e os vizinhos no Oriente Médio", declarou Trump à CNN, sem se importar com a democracia no Irã.
Os líderes da Itália, França, Alemanha e Reino Unido discutem a escalada da guerra e avaliam a proposta da Ucrânia de compartilhar sua experiência na interceptação de drones.
Afinal, qual será o futuro do Oriente Médio? A rendição do Irã é realmente a única saída? Ou será que a diplomacia ainda pode ter uma chance?
Aguardemos os próximos capítulos dessa novela tensa e explosiva.
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