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Governo Federal lança primeiro Centro de Memória às vítimas de violência do Estado em Santos

Governo Federal lança primeiro Centro de Memória às vítimas de violência do Estado em Santos

O Brasil dá um passo histórico! O Governo Federal acaba de anunciar a criação do primeiro Centro de Memória às Vítimas da Violência de Estado (CMVV).

Localizado em Santos, litoral paulista, o espaço promete ser um farol de esperança e justiça. A inauguração está prevista para este semestre.

Imaginem só: o CMVV ocupará um imóvel da União, estrategicamente posicionado em frente à icônica Bolsa do Café. Um local para relembrar e refletir.

A grande mente por trás da iniciativa? Ninguém menos que a Ministra de Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo.

"É um centro de acolhimento intersetorial", declarou a ministra, "com acesso à justiça, apoio psicológico e iniciativas de memória." Um alento para as famílias.

Por que Santos? A escolha não foi aleatória. A Baixada Santista sofreu com as operações Escudo e Verão, que resultaram em, no mínimo, 84 mortes entre 2023 e 2024.

E não podemos esquecer os Crimes de Maio, confrontos brutais entre o PCC e as forças policiais, que ceifaram 115 vidas na região.

O CMVV não estará sozinho nessa jornada. Ele trabalhará em conjunto com o Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (Cais).

Juntos, os dois centros receberão um investimento inicial de R$ 3,5 milhões. Um valor significativo para promover a justiça e a reparação.

E as boas notícias não param por aí! Outros centros estão previstos para Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Rio de Janeiro e Ceará.

Marta Machado, secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, ressaltou que este é o início de uma política de reparação e cuidado.

Governo Federal lança primeiro Centro de Memória às vítimas de violência do Estado em Santos

O Governo Federal declarou que o CMVV é uma resposta estruturante ao histórico de violações praticadas pelo Estado brasileiro.

Este será o primeiro equipamento com apoio federal dedicado à memória das vítimas e ao atendimento integral de seus familiares. Uma política de não repetição em ação.

Débora Silva, fundadora do Mães de Maio, expressou sua gratidão: "Esse Centro foi a cereja do bolo." Um símbolo de esperança e resiliência.

A socióloga Nathália Oliveira, da Iniciativa Negra, enfatizou o caráter nacional do projeto: "Estamos contribuindo para um país mais justo e democrático."

Marta Machado também revelou que a criação do CMVV cumpre uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Afinal, o Brasil foi condenado pela impunidade em uma chacina na Amazônia. É hora de reparar as famílias e honrar a memória das vítimas.

A memória é essencial para que essas famílias sigam adiante. E o CMVV surge como um farol de esperança, um símbolo de luta e justiça.

Veja a imagem que ilustra o artigo.

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