
O que acontece quando a ganância encontra a lei? Um madeireiro do Pará descobriu da pior maneira possível.
Em Anapu, no coração do Pará, um empresário do ramo madeireiro tentou a sorte grande: subornar um fiscal do Ibama. A oferta? Nada menos que R$ 100 mil.
O objetivo era claro: evitar uma multa que, ironicamente, acabou sendo do mesmo valor do "cala boca" oferecido.
A cena digna de filme aconteceu durante a Operação Maravalha, que visa combater crimes ambientais na Amazônia.
O Ibama já estava de olho na madeireira, que havia sido notificada a apresentar a documentação da madeira estocada.
O prazo? Já tinha expirado. E para piorar a situação, a equipe encontrou cerca de 2.200 toras, muitas sem identificação.
Foi aí que o empresário, desesperado, tentou a cartada final: o suborno.
Mas o fiscal, incorruptível, não só recusou a grana como deu voz de prisão ao madeireiro por corrupção ativa.

Para deixar a situação ainda mais surreal, o madeireiro chegou a apresentar R$ 3.500 em espécie como um tipo de "adiantamento" do suborno. A ousadia tem limites!
Alexandre Quartezane Piol, o nome por trás da tentativa de suborno, foi conduzido à sede da Polícia Federal em Altamira.
Até o momento, nem o Ibama nem a PF revelaram detalhes do depoimento do madeireiro. O mistério paira no ar...
O Ibama, em nota, reafirmou seu compromisso com a ética e a legalidade, com "tolerância zero" a qualquer tentativa de corrupção.
A Operação Maravalha segue firme, combatendo a extração ilegal de madeira em terras indígenas e áreas de conservação. A floresta agradece!
O caso serve de alerta: no Brasil, a lei (e o Ibama) não se vendem por R$ 100 mil. Pelo menos, nem sempre.
E você, o que achou dessa história? Deixe seu comentário!
Ir para à Página Inicial.