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Presidente da CPMI do INSS negou ter divulgado material sigiloso entre ministros do STF

Presidente da CPMI do INSS negou ter divulgado material sigiloso entre ministros do STF

O bafafá está armado em Brasília! O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), botou a boca no trombone para negar um vazamento explosivo.

Segundo ele, a comissão que preside não mandou para a galera "qualquer material sigiloso" que comprometesse ministros do Supremo Tribunal Federal. Ui!

A confusão começou após uma nota do Ministro Alexandre de Moraes, que acusava a CPMI de ter escancarado conversas comprometedoras de Daniel Vorcaro, o manda-chuva do Banco Master.

Viana, indignado, soltou os cachorros: "É importante esclarecer que a comissão não divulgou qualquer material sigiloso envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal".

O senador ainda mandou um recado direto: a CPMI sempre jogou dentro das quatro linhas da lei e do regimento interno.

E atiçou a fofoca: "É preciso identificar com precisão a origem desses documentos". Quem será o X9?

Moraes, na sua nota, foi direto ao ponto: os prints das mensagens de Vorcaro no fatídico dia de sua prisão não tinham como destino o seu celular.

A análise técnica dos dados telemáticos do banqueiro, agora públicos por cortesia da CPMI do INSS, revelou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não batiam com os contatos de Moraes.

Ou seja, a bomba que explodiu na mídia não tinha o ministro como alvo principal. Que babado!

De acordo com a nota do ministro, os prints das mensagens de Vorcaro estavam atrelados a outras pessoas na sua lista de contatos, e não a Moraes.

E o pior: os nomes e contatos dessas pessoas estariam no material que a CPMI do INSS distribuiu para toda a imprensa. Imaginem o estrago!

Presidente da CPMI do INSS negou ter divulgado material sigiloso entre ministros do STF

Toda essa novela começou com uma reportagem bombástica do blog da jornalista Malu Gaspar, do jornal "O Globo".

Na matéria, prints de mensagens atribuídas a Vorcaro e enviadas a Moraes no dia de sua prisão causaram um verdadeiro terremoto em Brasília.

Mas, calma que tem mais! O próprio "O Globo" jogou mais lenha na fogueira, informando que os dados das mensagens entre Vorcaro e Moraes foram extraídos do celular do banqueiro pela Polícia Federal (PF).

Segundo o jornal, a PF usou uma técnica que permite visualizar, ao mesmo tempo, a tela do WhatsApp com as mensagens e as imagens de visualização única.

A diferença crucial é que o material que "O Globo" teve acesso não era fruto de comparações entre horários de textos em blocos de nota e mensagens enviadas.

A PF usou um software específico que exibe conjuntamente as mensagens e os arquivos enviados, revertendo a visualização única. Tecnologia que fala, né?

E para dar mais credibilidade à história, o "Globo" garantiu que o material exibia o número e o nome do ministro Alexandre de Moraes no envio das mensagens, tudo devidamente conferido e checado.

Enquanto a CPMI nega o vazamento, a briga de narrativas está pegando fogo. Quem está falando a verdade?

Resta saber quem vazou o material sigiloso e quais serão os próximos capítulos dessa novela que agita os bastidores do poder.

Aguardem cenas dos próximos capítulos, porque essa história ainda promete!

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