
Donald Trump jogou gasolina na fogueira das tensões com o Irã, declarando que "precisa" se envolver pessoalmente na escolha do próximo líder supremo. Seria um déjà vu da "Operação Venezuela", que derrubou Nicolás Maduro no início do ano?
Enquanto isso, o Irã, enfurecido com a perda de um navio de guerra, alega ter afundado um petroleiro americano nas águas turbulentas do Estreito de Ormuz. A situação é um barril de pólvora!
O conflito, que já tirou o sono do mundo, teve início após bombardeios devastadores dos EUA e Israel em Teerã, ceifando a vida do líder supremo Ali Khamenei e de figuras importantes do governo iraniano.
Segundo a mídia estatal iraniana, o número de mortos na ofensiva liderada pelos EUA já ultrapassa a marca de 1.230.
Trump, em sua já característica retórica inflamada, disse ao site Axios que "precisa se envolver pessoalmente" na sucessão do líder supremo. Imaginem a cena!
"Queremos ter voz ativa no processo de escolha da pessoa que liderará o Irã no futuro. Não podemos ficar repetindo isso a cada cinco anos... Precisamos de alguém que seja bom para o povo, bom para o país", declarou o presidente americano.
Essa postura agressiva ecoa a estratégia adotada na Venezuela, onde os EUA orquestraram a captura de Nicolás Maduro, enviando até mesmo o imponente USS Gerald Ford para o Caribe.
Maduro, agora prisioneiro nos Estados Unidos, assiste de camarote enquanto o governo interino de Delcy Rodríguez negocia o futuro da Venezuela com Trump. Uma novela!
Mas, ao contrário da Venezuela, o Irã parece não estar disposto a ceder tão facilmente. A resistência iraniana e a determinação em eleger um novo líder sem interferência externa sugerem que Trump pode ter um osso duro de roer pela frente.
Trump, nunca modesto, considera "inaceitável" a possível sucessão por Mojtaba Khamenei, filho do falecido aiatolá. A briga promete ser boa!

Em um discurso durante uma cerimônia com o time de futebol Inter Miami, Trump disparou: "Vamos acabar com o Irã primeiro, depois lidamos com Cuba. É questão de tempo". Alguém duvida?
A mídia estatal iraniana, por sua vez, anunciou que as forças da Guarda Revolucionária alvejaram um navio com bandeira dos Estados Unidos no Golfo Pérsico. O governo americano, até o momento, permanece em silêncio.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, prometeu que os EUA "vão se arrepender amargamente" por terem afundado um navio de guerra iraniano.
"Os Estados Unidos cometeram uma atrocidade no mar. A fragata Iris Dena, convidada da Marinha da Índia e transportando cerca de 130 marinheiros, foi atingida em águas internacionais sem aviso prévio", declarou Araqchi.
A Guarda Revolucionária ostenta ter "controle total" do Estreito de Ormuz, gargalo vital para o comércio mundial de petróleo. Cerca de um quinto do consumo global de petróleo passa por ali. Uma bomba-relógio!
Enquanto isso, no Líbano, os ataques israelenses já causaram mais de 100 mortes e 638 feridos, segundo o Ministério da Saúde libanês. O pânico tomou conta de Beirute após alertas de evacuação emitidos pelo Exército israelense.
O Hezbollah, liderado por Naim Qassem, prometeu continuar lutando "independentemente dos sacrifícios". "Não nos renderemos; nos defenderemos com nossas capacidades e nossa fé", declarou Qassem.
Para completar o cenário de caos, os EUA pediram ajuda à Ucrânia para lidar com drones de origem iraniana no Oriente Médio. Volodymyr Zelensky prometeu o apoio necessário.
E, como se não bastasse, um ataque de drone foi registrado no Azerbaijão, com acusações cruzadas entre Baku e Teerã. A situação é tão tensa que até uma criança brincando com um míssil não detonado na Síria parece algo corriqueiro.
Será que o mundo está à beira de uma nova guerra? A conferir!
Ir para à Página Inicial.