
Ronnie Kray, o notório gangster londrino, tinha um apetite insaciável por... bem, por quase tudo. Mas parece que, acima de tudo, ele tinha um desejo ardente por justiça – da sua maneira peculiar, é claro.
E qual seria a maneira Kray de servir justiça? Planejando um banquete macabro para ninguém menos que Peter Sutcliffe, o Estripador de Yorkshire, com um cardápio especial: morte.

Sim, você leu certo. O criminoso mais famoso da Grã-Bretanha planejando eliminar outro. Quão bizarro isso pode ficar?
Alan Paul, um companheiro de cela em Broadmoor Hospital (e "assistente pessoal" de Kray), revelou detalhes chocantes sobre o plano audacioso em uma entrevista explosiva.

Aparentemente, Kray estava absolutamente furioso com os crimes hediondos de Sutcliffe. O Estripador de Yorkshire aterrorizou o norte da Inglaterra na década de 1970, assassinando brutalmente diversas mulheres.

E Ronnie Kray, autoproclamado guardião da moralidade (hilário, não?), decidiu que alguém precisava fazer algo a respeito.
O plano era simples, mas terrivelmente direto: convidar Sutcliffe para jantar, envenená-lo e, em seguida, descartar o corpo durante um jogo de futebol no pátio de Broadmoor. Discreto, elegante, Kray.

Paul descreve como Kray, com sua personalidade magnética e intimidante, realmente comandava a prisão. Ele tinha seus próprios "assistentes", "seguranças" e uma rede de informantes.
Sutcliffe, aparentemente, não era um fã de Kray. Aparentemente, o Estripador achava Kray um tanto... louco. Quem diria?

O que torna toda a situação ainda mais surreal é o fato de que Kray e Sutcliffe realmente interagiram em Broadmoor. Imagina o jantar de Natal!
Mas o plano nunca foi executado. Aparentemente, o esquema elaborado de Kray desmoronou por causa de... burocracia prisional. Alguém se esqueceu de encomendar o veneno? Talvez.

A entrevista de Alan Paul pinta um retrato fascinante (e perturbador) da vida dentro de Broadmoor, um lar para alguns dos criminosos mais notórios da Grã-Bretanha.
É um mundo onde gangsters famosos planejam assassinatos em jogos de futebol, e o Estripador de Yorkshire tem medo de outros internos.

A saga Kray-Sutcliffe é um lembrete sombrio de que o mal pode existir em muitos rostos, e que, às vezes, os piores monstros são aqueles que andam entre nós… e até jantam com a gente.
Mas isso também levanta algumas questões interessantes: Ronnie Kray era um hipócrita moralista ou apenas um psicopata com um senso distorcido de justiça?

E o que isso diz sobre a nossa própria fascinação pelo crime e pelos criminosos?

Uma coisa é certa: a história de Ronnie Kray e Peter Sutcliffe é uma lúgubre e bizarra peça da história criminal britânica, que provavelmente continuará a nos fascinar (e a nos assombrar) por muitos anos.
E se você está planejando um jantar em breve, talvez seja melhor verificar duas vezes a lista de convidados… e o cardápio.

Afinal, nunca se sabe quem pode estar planejando servir vingança como prato principal.
Será que Hollywood vai se interessar nessa história? Um filme sobre o encontro entre Kray e o Estripador? Façam suas apostas!
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