
A tensão ferve no Oriente Médio! Donald Trump soltou a bomba: a campanha militar no Irã só vai parar quando os EUA atingirem todos os seus objetivos. Será que isso é o prelúdio de um conflito ainda maior?
Numa declaração relâmpago pelas redes sociais, o ex-presidente deixou claro que não vai aliviar a pressão. E preparem-se, porque a retaliação pela morte dos três militares americanos será implacável!
Num recado direto e sem rodeios, Trump intimou a Guarda Revolucionária, os militares e até a polícia do Irã: larguem as armas e ganhem imunidade total, ou enfrentem a morte! Alguém duvida que ele está falando sério?
E não para por aí! Em entrevista explosiva ao "Daily Mail", o magnata soltou que a parada toda deve durar umas quatro semanas. "Sempre foi um processo de quatro semanas. Calculamos que levaria cerca de quatro semanas. Sempre foi um processo de cerca de quatro semanas, então – por mais forte que seja, é um país grande, levará quatro semanas – ou menos", disse Trump.
Mas, calma lá! Trump também abriu uma brecha para o diálogo. Segundo ele, a nova liderança iraniana estaria disposta a retomar as negociações sobre o programa nuclear. Seria um aceno de paz em meio ao caos?
"Eles querem conversar, e eu concordei em conversar, então vou falar com eles. Deveriam ter feito isso antes. Deveriam ter oferecido algo que era muito prático e fácil de fazer antes. Esperaram demais”, alfinetou Trump.
O republicano, no entanto, não quis dar detalhes sobre quando essa conversa poderia acontecer. "Não posso dizer isso", desconversou, deixando todo mundo na ponta da cadeira.
Trump ainda revelou que alguns dos negociadores iranianos que estavam envolvidos nas tratativas recentes não estão mais entre nós. "A maioria dessas pessoas se foi. Algumas das pessoas com quem estávamos lidando se foram, porque aquilo foi um grande — foi um grande golpe”, declarou.
Será que tudo isso faz parte de uma estratégia para forçar uma mudança interna no Irã? Trump parece otimista, mencionando relatos de comemorações nas ruas e manifestações de apoio organizadas por iranianos mundo afora.
"Sabendo que é muito perigoso, sabendo que eu disse a todos para permanecerem onde estão — acho que é um lugar muito perigoso agora”, disse. “As pessoas lá estão gritando nas ruas de felicidade, mas, ao mesmo tempo, há muitas bombas caindo.”

Enquanto isso, Omã se oferece como mediador. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, já teria dito ao chanceler omanense, Badr Albusaidi, que Teerã está aberta a "esforços sérios" para acalmar os ânimos.
Para quem perdeu o começo da novela, os EUA e Israel lançaram um ataque pesado contra o Irã no último sábado. O resultado? Uma tragédia com mais de 200 mortos e centenas de feridos, segundo a imprensa iraniana.
Em resposta, o Irã revidou com mísseis contra Israel e bases americanas no Oriente Médio. Por sorte, nenhum militar americano se feriu, e os danos nas bases foram considerados "mínimos". Ufa!
O Estreito de Ormuz, rota crucial para o petróleo mundial, foi fechado por questões de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim. Mais um sinal de que a situação é pra lá de explosiva.
Benjamin Netanyahu, por sua vez, declarou que a ofensiva eliminou comandantes da Guarda Revolucionária e figurões ligados ao programa nuclear iraniano. E prometeu: "milhares de alvos" serão atacados nos próximos dias!
Num apelo dramático, Netanyahu conclamou a população iraniana a se rebelar contra o regime e ir às ruas. "Não percam a oportunidade. Esta é uma oportunidade que surge uma vez por geração”, disse ele.
Em inglês, o primeiro-ministro israelense ainda mandou um recado: “A ajuda chegou”, em referência a uma publicação de Trump. Será que o mundo está à beira de uma nova guerra?
Só o tempo dirá. Mas, com Trump no comando, uma coisa é certa: emoção não vai faltar!
Fiquem ligados para mais updates dessa história que promete dar o que falar!
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