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Resort de luxo em Tiradentes é condenado a indenizar família em mais de R$ 40 mil por acidente em toboágua que feriu mãe e filho

Resort de luxo em Tiradentes é condenado a indenizar família em mais de R$ 40 mil por acidente em toboágua que feriu mãe e filho

O paraíso virou pesadelo! Um resort de luxo em Minas Gerais foi pego com a boca na botija após um grave acidente em um toboágua.

Preparem os lenços (e os advogados): o Santíssimo Resort, em Tiradentes, terá que abrir a carteira e indenizar uma família em mais de R$ 40 mil.

O motivo? Falhas grotescas de segurança e uma total falta de socorro após mãe e filho serem arremessados de um toboágua recém-inaugurado.

A cena digna de filme de terror aconteceu em julho de 2022. Mãe e filho, em busca de diversão, foram catapultados para fora do brinquedo aquático.

A tragédia não parou por aí: a dupla ainda se chocou violentamente contra um poste de sustentação dentro da piscina.

O resultado? A mãe, heroicamente protegendo o filho, sofreu um corte profundo no supercílio, com exposição óssea e traumatismo craniano. Precisou levar 19 pontos!

Já o pequeno teve ferimentos na pálpebra e sangramento nasal. Que horror!

Para piorar a situação, a família alega ter sido abandonada à própria sorte, precisando buscar socorro médico por conta própria em outra cidade, a 25 minutos de distância.

Onde estavam os funcionários do resort? Pelos relatos, em um universo paralelo, longe da emergência.

Resort de luxo em Tiradentes é condenado a indenizar família em mais de R$ 40 mil por acidente em toboágua que feriu mãe e filho

A cereja do bolo (amargo): a ausência total de placas de sinalização, regras de uso ou informações sobre restrições de peso e altura no toboágua.

O resort, em sua defesa, tentou jogar a culpa na família, alegando uso inadequado do brinquedo. A juíza, porém, não engoliu essa desculpa esfarrapada.

A alegação de que mãe e filho desceram juntos, com o adulto segurando a criança, não convenceu a Justiça.

A sentença é um tapa com luva de pelica no resort: R$ 25 mil por danos morais, R$ 11.973,04 de ressarcimento por despesas médicas e terapias, e R$ 3.144 referentes às diárias não utilizadas.

Será que o Santíssimo Resort vai aprender a lição? A segurança dos hóspedes deve ser prioridade, não um mero detalhe negligenciado.

E você, o que acha dessa história? Deixe seu comentário!

Fica a lição: antes de se jogar em um toboágua, verifique as condições de segurança e exija informações claras. A diversão não pode custar caro (literalmente!).

E para o Santíssimo Resort, fica o recado: com a saúde e a segurança não se brinca. Que este caso sirva de exemplo para outros estabelecimentos!

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